A empresa anunciou a criação de um Conselho Consultivo Executivo com o objetivo de reforçar a sua estratégia num momento marcado pela aceleração da transformação digital e pela integração da inteligência artificial nas operações empresariais.
A iniciativa reúne especialistas das áreas de cibersegurança, inteligência artificial e tecnologia empresarial para apoiar decisões estratégicas da empresa. O novo órgão surge numa fase em que a adoção de IA pelas organizações está a alterar não só os modelos de negócio, mas também a natureza das ameaças digitais.
Segundo a empresa, o conselho terá um papel ativo na definição de prioridades em áreas como inovação tecnológica, evolução do panorama de ameaças e posicionamento no mercado. A crescente dependência de sistemas baseados em IA está a aumentar a complexidade da proteção de dados, infraestruturas e aplicações críticas, colocando pressão adicional sobre as equipas de segurança.
A liderança do conselho ficará a cargo de Nadav Zafrir, CEO da Check Point, que trabalhará diretamente com os membros deste grupo em temas como estratégia de produto, inovação e expansão internacional. Dave DeWalt, fundador e CEO da NightDragon, assumirá a co-presidência, contribuindo para a articulação com líderes experientes do setor tecnológico.
A criação deste conselho reflete a necessidade de alinhar a evolução da cibersegurança com o ritmo de adoção da inteligência artificial nas empresas. A empresa procura, assim, reforçar a sua capacidade de antecipar riscos e adaptar a sua plataforma de segurança baseada em IA às exigências do mercado.
O anúncio foi feito durante o evento Leaders Point, um encontro executivo promovido pela Check Point que reuniu mais de 50 responsáveis de segurança de informação (CISO) de organizações globais. O evento serviu como palco para discutir desafios emergentes ligados à resiliência digital e ao impacto da inteligência artificial na segurança empresarial.
Para os decisores de TI e responsáveis de compras tecnológicas, este movimento sinaliza uma tendência mais ampla no setor: a segurança deixa de ser apenas uma camada de proteção e passa a integrar-se diretamente na estratégia de adoção de novas tecnologias. Num cenário em que a inovação avança rapidamente, a capacidade de antecipar ameaças e garantir confiança operacional torna-se um fator crítico na escolha de parceiros tecnológicos.







