Glintt Next quer tirar as aplicações críticas do passado sem parar o negócio

O Next Shift combina Inteligência Artificial, desenvolvimento low-code e validação especializada para apoiar organizações na modernização de sistemas antigos, muitos deles ainda essenciais à operação diária, mas cada vez mais difíceis de manter e evoluir.
25 de Junho, 2026

A Glintt Next anunciou o lançamento do Next Shift, uma solução de transformação digital desenhada para ajudar empresas e instituições a modernizar aplicações críticas sem comprometer a continuidade da operação. A proposta assenta na combinação de Inteligência Artificial, low-code e validação por especialistas, numa abordagem que procura reduzir o risco associado a projetos complexos de migração tecnológica.

Muitas organizações continuam dependentes de sistemas antigos, frequentemente designados como aplicações legacy. São soluções que suportam processos centrais do negócio, mas que, com o tempo, se tornam mais difíceis de manter, adaptar e escalar. Esta dependência cria um bloqueio frequente: a empresa precisa de inovar, mas não pode simplesmente desligar sistemas que continuam a ser indispensáveis.

O Next Shift foi concebido para transformar aplicações legacy em soluções modernas e escaláveis, mantendo o controlo sobre a operação ao longo do processo. A abordagem começa pela análise do funcionamento do sistema existente e pela identificação da sua lógica interna, recorrendo a Inteligência Artificial para acelerar essa leitura técnica. Esta interpretação automática é depois validada por especialistas, com o objetivo de assegurar qualidade e fiabilidade antes da transformação tecnológica.

Segundo a Glintt a migração é feita por fases. Depois da análise inicial, é definida a nova arquitetura da aplicação e a transformação avança por etapas, com validação contínua. Este modelo progressivo permite reduzir o impacto operacional e dá às organizações maior visibilidade sobre cada momento do projeto.

A solução procura responder a um problema recorrente nas empresas: modernizar sistemas críticos sem aumentar de forma excessiva o risco, os custos ou os prazos de execução. Para a empresa os projetos tradicionais de modernização tecnológica continuam a apresentar níveis elevados de incerteza, com muitos casos a excederem o orçamento ou o calendário previsto.

O Next Shift tira também partido da plataforma OutSystems, usada para desenvolver aplicações modernas através de low-code. Este tipo de desenvolvimento permite criar software com menos programação manual, recorrendo a componentes e modelos visuais que aceleram a entrega. Para as organizações, a promessa é reduzir o tempo necessário para disponibilizar novas aplicações e aumentar a capacidade de adaptação dos sistemas às necessidades do negócio.

Para David Castro, Head of Low-Code da Glintt Next, o principal desafio dos clientes já não passa apenas por inovar, mas por conseguir evoluir sistemas críticos sem afetar a operação. O responsável enquadra o Next Shift como uma resposta a esse bloqueio estrutural, ao permitir modernizar com maior confiança e controlo.

Com o lançamento do Next Shift, a Glintt Next reforça a sua aposta em projetos de transformação digital baseados em Inteligência Artificial, low-code e modelos de entrega faseados. A empresa posiciona a solução como uma forma de acelerar a modernização tecnológica em ambientes onde a estabilidade operacional continua a ser uma condição essencial.

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