A Konica Minolta registou, no primeiro trimestre de 2026, uma quota de 25,4% no segmento A3 em Portugal, considerando as duas marcas que integram o seu universo. No subsegmento A3 Cor, a quota atingiu 25,8%, um desempenho que coloca a empresa numa posição de destaque no mercado nacional.
O resultado surge num contexto em que o mercado da impressão enfrenta uma redução global dos volumes, mas em que a digitalização documental continua a ganhar importância dentro das organizações. A pressão para aumentar a produtividade, cumprir requisitos de conformidade e tirar melhor partido da informação está a alterar o papel tradicional dos equipamentos de impressão no ambiente empresarial.
Para muitas empresas, a impressora multifunções deixou de ser apenas um ponto de saída de documentos em papel. Passou a integrar fluxos de trabalho mais amplos, onde a captura de informação, a automatização de processos e a segurança dos dados assumem um peso crescente. É nesta evolução que a Konica Minolta enquadra a sua proposta para o mercado português.
A empresa tem vindo a apostar em soluções que combinam captura inteligente de documentos, automatização de fluxos de trabalho e mecanismos de segurança destinados a proteger a informação tratada diariamente pelas organizações. O objetivo é responder a uma realidade empresarial em que os documentos continuam a existir, mas em que o seu valor depende cada vez mais da forma como são digitalizados, classificados, partilhados e integrados nos processos internos.
A quota alcançada no segmento A3 reforça a relevância das impressoras multifunções num momento em que o trabalho digital exige mais integração entre papel, dados e sistemas empresariais. Para os decisores de tecnologia, esta tendência coloca a gestão documental num território menos periférico e mais próximo das prioridades de eficiência operacional, segurança e governação da informação.
Vítor Medeiros, Sales & Business Development Director da Konica Minolta Portugal, enquadra estes resultados como um sinal da confiança dos clientes na tecnologia da empresa e na procura por soluções que combinem inovação, segurança e eficiência operacional. A leitura da companhia é que as organizações estão a valorizar equipamentos e serviços capazes de apoiar a transformação do ambiente de trabalho digital, para lá da função tradicional de impressão.
A evolução do mercado mostra que a diminuição da impressão não elimina a necessidade de gerir documentos; pelo contrário, torna essa gestão mais dependente de tecnologia, integração e controlo. É neste ponto que os fornecedores de equipamentos multifunções procuram reposicionar a sua oferta, ligando hardware, software e serviços numa mesma lógica de produtividade.
Os resultados agora apresentados pela Konica Minolta em Portugal inscrevem-se nessa mudança. A empresa procura associar a sua presença no mercado A3 a uma proposta mais ampla, centrada em soluções tecnológicas adaptadas às necessidades das organizações e à transformação do espaço de trabalho digital.







