Fundada em outubro de 2021, a Investors Portugal representa, hoje, mais de 300 Business Angels e 26 Sociedades de Capital de Risco e Entidades Veículos, que, no seu conjunto, representam mais de 6 mil milhões de euros de ativos sob gestão, e com uma expectativa de continuidade de crescimento nos próximos anos.
“O investimento em early-stage é um pilar fundamental da inovação, contribuindo não só para a atração e retenção de talento, como também para a dinamização da economia. A nossa ambição é ajudar a tornar Portugal uma referência neste setor. Por isso, ao longo dos próximos três anos, pretendemos consolidar o trabalho que temos vindo a desenvolver através de um plano de ação centrado na criação de valor para os nossos associados e para o ecossistema. Com esta equipa, acredito que conseguiremos cumprir a missão à qual nos propusemos, em prol da valorização deste ecossistema e de todos aqueles que dele fazem parte”, afirma Lurdes Gramaxo, presidente da Investors Portugal.
Foram também reeleitos os vice-presidentes Pedro Bandeira (COREangels) e Pedro Falcão (LC Ventures). A restante direção da Investors Portugal é composta por elementos-chave no investimento early-stage português: Francisco Ferreira Pinto (Bynd Venture Capital), Isabel Neves (Clube de Business Angels de Lisboa), Pedro Cerdeira (3CommaCapital), Paulo Bandeira (SRS Advogados), Pedro Ramalho Carlos (Shilling Capital Partners), Isabel Rodrigues (Iberis Capital) e Sérgio Rodrigues (Business Angel).
A direção da associação definiu um plano orientado para o futuro, que inclui a renovação dos órgãos sociais em linha com a diversidade dos seus associados e o reforço da sustentabilidade organizacional. Entre as prioridades destacam-se o alargamento da base de associados, o fortalecimento de parcerias estratégicas, e uma colaboração próxima com entidades públicas, reguladores e associações do setor. Ademais, a formação contínua, a partilha de boas práticas e a promoção de estudos sobre o impacto do setor também são pilares centrais neste novo mandato, assim como a internacionalização e a promoção da diversidade enquanto motores de crescimento e reconhecimento do ecossistema nacional.







