Na era da IA generativa — promovida como a revolução tecnológica mais veloz da história — esperava-se um salto de produtividade nas empresas à escala global. Contudo, uma nova investigação, do National Bureau of Economic Research lança um balde de água fria sobre esse entusiasmo: os ganhos reais de produtividade proporcionados por chatbots de IA nos escritórios são, na melhor das hipóteses, marginais
A irrupção da IA generativa desviou o foco da etiqueta técnica para a arquitetura visível do conteúdo: o que antes bastava com metadados e marcação, hoje exige textos claros, hierarquizados e coerentes para que os modelos de linguagem compreendam e reciclem as informações nas suas respostas.
Mais de metade do tráfego da Internet já é gerado por bots, e 37% desse volume tem origem maliciosa. O Relatório sobre Bots Maliciosos da Imperva 2025 revela como a inteligência artificial está a transformar a cibersegurança, ao facilitar a criação e o uso massivo de bots automatizados por cibercriminosos, colocando setores como o retalho, as viagens e os serviços financeiros sob pressão crescente.