IA na saúde entra na fase da maturidade
Na saúde, a corrida à inteligência artificial já saiu da fase experimental, mas o setor está a descobrir que a escala não se conquista com velocidade. O que emerge das primeiras implementações é um consenso entre responsáveis tecnológicos e clínicos, os ganhos de produtividade só são sustentáveis quando a governação, a segurança e a arquitetura são pensadas desde a origem. Para os decisores de TI, a questão deixou de ser a adoção e passou a ser a construção de salvaguardas que permitam crescer sem comprometer confiança, conformidade e segurança do doente.







