Quando os agentes de IA decidem gastar à sua conta
A transição dos copilotos de IA para agentes autónomos e fluxos de trabalho integrados está a revolucionar a estrutura de custos nas empresas portuguesas. O modelo tradicional de licenciamento por utilizador está a dar lugar a um consumo dinâmico e imprevisível de recursos computacionais, exigindo que os diretores de tecnologia (CIO) adotem uma análise financeira rigorosa e preventiva, inspirada nas práticas de FinOps, para mitigar riscos e evitar desvios orçamentais graves.







