Privacidade dos dados exige provas e não intenções
Quando se fala de privacidade, Mark Molyneux começa por relativizar o ritual anual de rever políticas e promover ações de sensibilização internas. Para o responsável técnico da Commvault na Europa, esses passos continuam a ser necessários, mas já não chegam. A discussão, explica, mudou de “prometer proteção” para “provar controlo”, sobretudo num contexto em que incidentes podem surgir de intrusões externas, erros internos, más configurações ou falhas na cadeia de fornecedores.







