Robôs começam a ganhar sentidos
Durante décadas, a robótica viveu da precisão e da repetição. Agora, com sensores microscópicos, inteligência artificial e novas capacidades de perceção, os robôs começam a sair do modelo fechado da fábrica para interagir com ambientes mais complexos. A Bosch quer ocupar esse espaço fornecendo as camadas de sensores, software e inteligência que permitem às máquinas ver, tocar, orientar-se e adaptar-se em tempo real.







